Ponteiros do relógio me fazem
lembrar o ritmo que não tenho mais
O Tempo correu dentre meus
dedos, dentre meus medos.
Enquanto fecho os olhos para
perder-me do mundo
Vou figurando minha própria
vida como um infante
Assistindo os tolos carregar
a coroa que é minha por direito.
O que fazer quando a estrada
que você seguiu
Foi moldada pela umbra do seu ego agora quebrado?
Impossível amar o
desconhecido, que eu sou.
E na noite mais chuvosa,
acalento minha alma com a esperança,
De poder colorir novamente
meu portrait animado que chamo de
vida.
Douglas Teixeira
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