E da areia permite cristalizar o mundo
Mas sozinho não lhe vêem
Pois carregar a beleza de guardar o mundo em dois lados
Trás a fraqueza de pouco suportar da vida
Os pesos dos corpos escuros
Fatigados da relva de mentiras que criamos
Destaca-se o vidro então, sob uma rachadura
Permitindo o mundo ver seu desespero
Ante o afago da morte eminente
Douglas Teixeira
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