Deixe que a chuva molhe
Deixe que a carícia arranhe
No limiar de um sentimento
Que eu não devo descrever
Só resta eu me perder
Deixe que a boca beije
Deixe que a mão prenda
Deixe que o olhar insinue
Equilibrando-me numa linha tênue
Entre o sonho de olhos abertos
Entre a realidade de olhos fechados
Deixe que eu a prove
Deixe que eu a tenha
Deixe que eu a teste
Enquanto o tempo passa e a chuva não cessa
Fique comigo até o final
Não me importo o quão próximo ele está
Douglas Teixeira
Nenhum comentário:
Postar um comentário